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Câmbio para exportar e importar com a Argentina

Câmbio comercial com a Argentina: como receber do cliente e pagar o fornecedor, regras do BCRA de 14/09/2026, dólar ou reais pelo SML e dados bancários.

PTAX de fechamento do Banco Central, 16/10/20261.000 ARS = R$ 3,36Converter e ver os últimos dias

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Nesta página
  1. Em que moeda se fecha negócio com a Argentina
  2. Quando o seu cliente argentino pode pagar
  3. Como receber de um cliente argentino
  4. SML: receber em reais, sem contrato de câmbio
  5. Como pagar um fornecedor argentino
  6. Feriados e horários que afetam a liquidação
  7. Exemplo: o que meio ponto de VET faz numa exportação recorrente
  8. Erros comuns neste corredor
  9. O que a vaart faz pela sua operação com a Argentina

Para vender ou comprar da Argentina, a sua empresa fecha câmbio em dólar com uma instituição autorizada pelo Banco Central, ou recebe em reais pelo SML, o sistema de pagamento em moeda local entre os dois bancos centrais. O que mais pesa no prazo é a regra do banco central argentino, o BCRA, que define quando o seu cliente pode comprar dólar para pagar você. Um especialista da vaart avalia diversas instituições autorizadas para a sua operação, e você fecha com o menor custo de câmbio; nós conferimos os documentos que o banco argentino vai pedir e acompanhamos até o dinheiro chegar.

Todas as regras argentinas citadas nesta página são do texto ordenado de Exterior y Cambios do BCRA vigente em 14/09/2026 (Comunicação A 8481), conferido em 15/10/2026.

Em que moeda se fecha negócio com a Argentina

Quase sempre em dólar. As regras argentinas de câmbio são escritas em dólar, o peso é pouco negociado fora do país e o cliente argentino compra dólar no mercado oficial para pagar o exterior. Por que o peso raramente compensa, com a conta, está na página do peso argentino.

A exceção que funciona é receber em reais pelo SML. Em 2025, exportadores brasileiros receberam R$ 4,46 bilhões em 10.175 operações por esse caminho; de janeiro a agosto de 2026, foram R$ 2,28 bilhões em 5.302 operações. No sentido contrário, nenhuma importação brasileira foi paga em pesos pelo SML em 2025 nem em 2026 até agosto (Banco Central do Brasil, consulta em 15/10/2026).

Quando o seu cliente argentino pode pagar

É aqui que a exportação para a Argentina trava. O importador argentino só compra dólar no mercado oficial se o banco dele confirmar uma série de documentos no sistema de acompanhamento de pagamentos de importação do BCRA, o SEPAIMPO. A condição de pagamento que você negocia precisa caber nessas regras:

Condição que você pedeO que a regra argentina permite (vigente em 14/09/2026)
A prazo, depois que a mercadoria chegaLivre a partir do despacho na aduana argentina, e não antes do vencimento combinado (pontos 10.10.1 e 10.3.2.3)
À vista contra documentos de embarque, antes do despachoLivre se o importador for MiPyME e a mercadoria tiver embarcado a partir de 14/04/2025, se ele pagar com dólares próprios depositados na Argentina ou com financiamento de banco. Fora disso, só com autorização prévia do BCRA (pontos 10.10.2.1, 10.10.2.13 e 10.4.3.7)
Antecipado, antes do embarqueBens de capital: até 30% do valor FOB antecipado e até 80% antes do despacho (ponto 10.10.2.2). Demais bens: só com financiamento ou com autorização prévia do BCRA (pontos 10.4.2.8 e 10.10.2.3 a 10.10.2.5)

Quem paga antes do despacho assume o compromisso de comprovar a entrada da mercadoria em 90 dias, ou 270 dias para bens de capital (ponto 10.4.2.4). O importador também declara que não tem mais de US$ 100 mil em ativos líquidos no exterior, entre outros requisitos (ponto 3.16.2). Se faltar um papel, o pagamento atrasa do lado de lá, mesmo com tudo certo do seu lado.

Na prática, o prazo de recebimento costuma ser a data do embarque, mais o trânsito, mais o despacho na Argentina, mais o prazo combinado. Se o seu fluxo de caixa não aguenta essa espera, há duas saídas: o ACE, em que a instituição adianta os reais depois do embarque, ou a carta de crédito, que tem regra própria no BCRA (ponto 10.3.6). As duas são crédito, com custo: encaminhamos o seu pedido às instituições parceiras, que analisam o crédito e decidem.

Como receber de um cliente argentino

  1. Combine na proforma a moeda, a condição de pagamento e o Incoterm, já sabendo em qual linha da tabela acima o seu cliente se encaixa. Pergunte se ele é MiPyME.
  2. Passe as instruções de recebimento com o nome da sua empresa igual ao da invoice. O pagamento deve sair para o fornecedor que emitiu a invoice (ponto 10.2.5).
  3. A invoice, o conhecimento de embarque e a declaração aduaneira argentina precisam bater. O banco argentino confere a consistência entre eles antes de liberar o dólar (ponto 10.3.2.1).
  4. Feche o câmbio do seu lado. O recebimento de exportação tem IOF zero (Decreto 6.306/2007, art. 15-B, inciso I). Você pode fechar antes ou depois do embarque; depois do embarque, o prazo máximo até a liquidação é de 1.500 dias (Resolução BCB 277/2022, art. 38). O passo a passo completo está em câmbio para exportação.

SML: receber em reais, sem contrato de câmbio

No SML, o importador argentino registra a operação em reais no banco dele e paga em pesos. Você recebe exatamente o valor em reais combinado, no segundo dia útil comum aos dois países depois do registro (Banco Central do Brasil). Não há contrato de câmbio do seu lado, e o risco da cotação fica com o cliente.

O que você precisa saber antes de oferecer o SML:

  • Só comércio de bens, com serviços ligados a ele, como frete e seguro. Serviço avulso não entra no convênio com a Argentina.
  • Prazo de até 360 dias entre a venda e o pagamento (ponto 4.2 do texto ordenado do BCRA).
  • Sem ACC nem ACE, porque não existe contrato de câmbio para adiantar. Antecipação de recebíveis em reais é outro produto.
  • As regras de prazo do BCRA continuam valendo. O SML muda a moeda, não a data em que o cliente pode pagar (ponto 10.1).
  • O cliente argentino carrega a variação do peso contra o real, e pode pedir desconto no preço por isso. Ponha os dois preços na mesa.

Os dados que o cliente vai pedir: código do seu banco no Brasil (ISPB), agência, conta, CNPJ e razão social. A sua instituição precisa estar habilitada no SML; a lista fica na página do Banco Central. Nem toda instituição é habilitada; a vaart encaminha operações pelo SML à instituição habilitada, quando a operação se enquadra nas regras do convênio (natureza da operação, prazo e moeda).

Como pagar um fornecedor argentino

Para pagar em dólar por SWIFT, peça ao fornecedor: nome igual ao da invoice, endereço, banco e SWIFT/BIC, número da conta ou CBU (22 dígitos, segundo o BCRA) e o CUIT, o número fiscal da empresa argentina. A Argentina não usa IBAN. O banco argentino exige nome e identificação completos de quem paga e de quem recebe em toda transferência do exterior (ponto 5.5), então mande o seu CNPJ e endereço completos na ordem.

Espere pedido de prazo curto. O exportador argentino precisa trazer e vender os dólares em até 180 dias do embarque para a maior parte dos bens vendidos a compradores não ligados a ele, em 60 dias se o comprador for do mesmo grupo e em 30 dias para soja, milho, trigo e derivados (ponto 7.1.2). Pagamento antecipado que ele recebe tem de ser vendido em até 20 dias úteis (ponto 7.1.3). Do seu lado, o antecipado pode sair até 360 dias antes do embarque (Resolução BCB 277/2022, art. 47). O resto do processo está em câmbio para importação.

Feriados e horários que afetam a liquidação

Brasília e Buenos Aires estão no mesmo fuso o ano todo, então não há janela de horário a calcular. O que atrasa é feriado: no SML, só contam os dias úteis nos dois países ao mesmo tempo, e no dólar o banco argentino não credita em feriado nacional.

DataFeriado na ArgentinaEfeito
06/11/2026 (sexta)Dia do Bancáriobancos fechados; sem crédito na Argentina
09 e 10/11/2026 (segunda e terça)feriado nacional e feriado bancário pela visita do papasem crédito na Argentina
23/11/2026 (segunda)Dia da Soberania Nacional, transferido de 20/11sem crédito na Argentina
07/12/2026 (segunda)feriado ponte, com fins turísticosdia não útil no SML; sem crédito na Argentina
08/12/2026 e 25/12/2026Imaculada Conceição e Natalsem crédito na Argentina
01/01/2027, 08 e 09/02/2027Ano-Novo e Carnavalsem crédito na Argentina
24/03, 26/03 e 02/04/2027Memória, Sexta-feira Santa e Malvinassem crédito na Argentina
25/05 e 09/07/2027Revolução de Maio e Independênciasem crédito na Argentina

Feriados fixos pela Ley 27.399; as datas de 2026 conferem com a lista de dias não úteis do SML com a Argentina na API do Banco Central do Brasil (consulta de 15/10/2026). Pela regra da lei (art. 6º), o feriado transferível que cai na terça ou na quarta passa para a segunda anterior, e o que cai na quinta ou na sexta, para a segunda seguinte. Em 2027, a previsão é 21/06 (Güemes, de quinta, 17/06), 16/08 (San Martín, de terça, 17/08) e 11/10 (Diversidade Cultural, de terça, 12/10); o 20/11 cai num sábado. O governo ainda pode criar até três dias não úteis com fins turísticos, sempre numa segunda ou sexta (art. 7º). Confirme a data no calendário oficial. Os feriados brasileiros também param o câmbio: veja horário e feriados do câmbio.

Exemplo: o que meio ponto de VET faz numa exportação recorrente

Uma fabricante de autopeças vende US$ 200.000 por mês para uma montadora argentina, a prazo, com o dólar a R$ 5,40.

ItemPor embarqueEm 12 embarques
Valor em reais pela referênciaUS$ 200.000 × 5,40 = R$ 1.080.000R$ 12.960.000
Diferença de 0,5% no VET entre duas instituiçõesR$ 1.080.000 × 0,5% = R$ 5.400R$ 64.800

Exemplo ilustrativo, com cotação e diferença hipotéticas. O IOF é zero nos dois casos; a diferença vem de cotação, spread e tarifas. Num corredor em que o recebimento já demora pela regra argentina, esse dinheiro faz falta no caixa.

Erros comuns neste corredor

  • Prometer prazo que o cliente não pode cumprir. Pedir antecipado de um importador que não é MiPyME, sem financiamento, leva a autorização do BCRA e a semanas de espera.
  • Documentos que não batem. Diferença de descrição, quantidade ou valor entre invoice, conhecimento de embarque e despacho argentino trava o pagamento do lado de lá.
  • Valor sem moeda. ”$” na invoice argentina é peso. Escreva USD, ARS ou BRL sempre.
  • Pagamento por terceiro. Cliente que oferece pagar por outra empresa, outro país ou fora do mercado oficial cria problema para os dois lados: do lado de lá, a regra argentina; do lado de cá, a instituição vai pedir documento que explique quem pagou e por quê.
  • Escolher o SML só pela tarifa. Sem ACC nem ACE, e com o cliente pedindo desconto pelo risco do peso, o dólar pode render mais. Faça as duas contas.

O que a vaart faz pela sua operação com a Argentina

Um especialista avalia diversas instituições autorizadas para a mesma operação em dólar, pede a melhor condição que cada uma pode oferecer e mostra o VET de cada uma, para você fechar com o menor custo de câmbio. Antes de você fechar a venda, conferimos a condição de pagamento contra a regra argentina, para que o prazo que você espera seja o prazo que o seu cliente consegue cumprir. Quando fizer sentido, comparamos o dólar com o ACE e, se a instituição operar, com o SML, com a conta à vista, e acompanhamos do embarque até a confirmação do pagamento. Além das empresas, a vaart atende pessoas com operações de grande porte com a Argentina, sempre no câmbio comercial.

Para cotar, mande a moeda, o valor, a data prevista do embarque e a condição de pagamento combinada com o cliente.

Ficha rápida

Moeda
peso argentino (ARS)
Capital
Buenos Aires
Fuso em relação a Brasília
mesmo horário (UTC-3; nenhum dos dois países tem horário de verão)
Moeda das invoices na prática
dólar americano; parte das exportações brasileiras é recebida em reais pelo SML, o sistema de pagamento em moeda local que funciona com a Argentina desde 2008, só para comércio de bens (cerca de 4% em 2025, estimativa da vaart)
Dados bancários que o fornecedor passa
nome igual ao da invoice, endereço, banco e SWIFT/BIC, número da conta ou CBU (22 dígitos) e CUIT; pelo SML, código do banco (ENT), CBU e CUIT
Comércio com o Brasil em 2025 (Comex Stat)
importação de US$ 12,9 bilhões (4ª origem; veículos 43%, cereais 12%); exportação de US$ 18,1 bilhões (3º destino; veículos 43%, máquinas 10%)

Peso argentino hoje: cotação de referência

PTAX de fechamento, 16/10/20261.000 ARS = R$ 3,36venda R$ 3,36 · compra R$ 3,36

Tendência da PTAX nos últimos 30 dias úteis-0,65%
Últimos dias úteis (venda, por 1.000 ARS)
DataPTAXVariação
16/10/2026R$ 3,36+0,57%
15/10/2026R$ 3,34+0,27%
14/10/2026R$ 3,33+0,88%
13/10/2026R$ 3,30+0,30%
09/10/2026R$ 3,29-0,30%
08/10/2026R$ 3,30+0,61%
07/10/2026R$ 3,28
BRL · Real brasileiro

Cotar esse valor pelo WhatsApp

Conta pela PTAX de fechamento do Banco Central de 16/10/2026, sem spread, tarifas nem IOF. É uma referência do mercado à vista (spot): a sua operação ainda precisa ser cotada pela instituição, com o spread, as tarifas e o IOF da finalidade, e um especialista mostra esse custo total (VET) antes de você fechar.

Fonte: Banco Central do Brasil, PTAX de fechamento. A PTAX é a média que o Banco Central calcula a partir das cotações do dia; é referência, não oferta. O câmbio comercial à vista mostrado acima também é referência de mercado: a cotação da sua operação ainda precisa ser feita pela instituição, com spread, tarifas e o IOF da finalidade, e depende do valor, do prazo e da moeda. Um especialista cota caso a caso e mostra o custo total (VET).

Perguntas frequentes

A Argentina ainda tem controle de câmbio para empresas?

Tem, mais leve que até 2024. Desde abril de 2025 a cotação flutua dentro de uma banda, mas o pagamento de importações continua amarrado a documentos e prazos definidos pelo banco central argentino, o BCRA. A regra vigente em 15/10/2026 é o texto ordenado de Exterior y Cambios atualizado pela Comunicação A 8481, de 14/09/2026.

Quando o importador argentino consegue pagar a minha exportação?

Pela regra vigente em 14/09/2026, ele paga sem autorização prévia a partir do despacho da mercadoria na aduana argentina, e não antes do vencimento combinado. Pagar antes do despacho só é livre em casos definidos, como MiPyME pagando à vista, bens de capital (até 30% antecipado e 80% antes do despacho) ou pagamento com dólares que ele já tem depositados na Argentina. Fora disso, o banco dele pede autorização do BCRA.

Posso receber em reais de um cliente argentino?

Pode, pelo SML (Sistema de Pagamentos em Moeda Local) dos bancos centrais do Brasil e da Argentina. O cliente paga em pesos no banco dele, você recebe exatamente os reais combinados no segundo dia útil comum aos dois países, sem contrato de câmbio. Só vale para comércio de bens com prazo de até 360 dias, e você não pode usar ACC nem ACE nessa venda.

Quais dados bancários o fornecedor argentino precisa passar?

Para pagamento em dólar por SWIFT, o nome do beneficiário igual ao da invoice, endereço, nome e SWIFT/BIC do banco e o número da conta ou a CBU, com o CUIT, que é o número fiscal da empresa argentina. Se o banco dele usar banco intermediário em dólar, peça também esses dados. Pelo SML, entram o código do banco argentino, a CBU e o CUIT.

O que é CBU?

A CBU (Clave Bancaria Uniforme) é o código de 22 dígitos que identifica cada conta bancária na Argentina, segundo o BCRA. Ela faz o papel que o IBAN faz na Europa, só que a Argentina não usa IBAN. Confira a CBU por telefone com o fornecedor antes do primeiro pagamento.

Tem IOF para receber de um cliente argentino?

No câmbio de recebimento de exportação de bens e serviços, a alíquota de IOF é zero (Decreto 6.306/2007, art. 15-B, inciso I). Pelo SML não há operação de câmbio, porque você recebe direto em reais. Nos dois casos, compare o que sobra na sua conta depois de spread e tarifas.

O cliente argentino quer pagar por uma empresa em outro país. Pode?

Pela regra argentina, o pagamento de importação deve ir ao fornecedor que emitiu a invoice, com exceções para empresas do mesmo grupo (ponto 10.2.5 do texto ordenado do BCRA). Do lado brasileiro, receber de outra empresa ou de outro país é possível quando há documento que ligue o pagador à venda, e a instituição avalia cada caso. Fale com a gente antes de aceitar.

uma mensagem, várias instituições avaliadas

Mande moeda, valor e data. Um especialista avalia diversas instituições para a sua operação e mostra a de menor custo, com o custo total em reais, antes de você fechar.

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Você fecha direto com instituições autorizadas pelo Banco Central; o dinheiro não passa pela vaart.

Fontes

  1. BCRA, texto ordenado de Exterior y Cambios (vigente em 14/09/2026, última comunicação incorporada A 8481), seções 1, 3.16, 4.2, 5.5, 7 e 10
  2. BCRA, Comunicação A 8481 (14/09/2026), atualização do texto ordenado
  3. BCRA, Comunicação A 8417 (09/04/2026), ajustes em exportações e pagamentos
  4. BCRA, régimen de bandas cambiarias (consulta em 15/10/2026)
  5. BCRA, Clave Bancaria Uniforme (CBU)
  6. Banco Central do Brasil, Pagamento em moeda local (SML)
  7. Banco Central do Brasil, SML com a Argentina (procedimentos e operações por mês até agosto de 2026)
  8. Banco Central do Brasil, perguntas e respostas do SML
  9. Convênio do SML entre o Banco Central do Brasil e o BCRA
  10. Comex Stat (MDIC), comércio Brasil e Argentina em 2025, consulta em 15/10/2026
  11. Banco Central do Brasil, API do SML (feriados da Argentina e instituições autorizadas), consulta de 15/10/2026
  12. Ley 27.399 (feriados nacionais da Argentina)
  13. Decreto nº 6.306/2007 (regulamento do IOF), art. 15-B
  14. Resolução BCB nº 277/2022 (regulamento do mercado de câmbio), arts. 38 e 47

Atualizado em 16/10/2026 · Equipe vaart

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